Postagem: Aluna - Patrícia Mokwa - Turma da Comunicação
“Somos diferentes, mas não queremos ser transformados em desiguais. As nossas vidas só precisam ser acrescidas de recursos especiais.”
GALERINHA DA ESCOLA NAZARETH
TURMA DA COMUNICAÇÃO
e-mail: comunicacaonazareth@bol.com.br
Alunos: Aline Caumo, Amanda Cardoso, Cintia Lindner, Diego Vieira, Juliano Bernardi, Karen Castilhos, Maise Soares, Rafael Braga e Rodrigo Fossari.
Professora: Márcia Pieretti
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
MÃES NÃO ACEITAM O FECHAMENTO DAS ESCOLAS ESPECIAIS
MÃES
NÃO ACEITAM O FECHAMENTO DAS ESCOLAS ESPECIAIS
A
argumentação das mães é de que as escolas regulares já têm dificuldade para
lidar com seus estudantes e teriam ainda mais com o recebimento de alunos que
necessitam de atenção especial, como surdos, cegos, mudos, pessoas com Síndrome
de Down e outras deficiências.
MEC
A
proposta do Ministério da Educação é a de levar os alunos especiais para dentro
das escolas comuns, na chamada "inclusão radical". O objetivo seria
criar uma educação "universal". A questão, no entanto, não é bem
aceita por alguns dos representantes das pessoas com necessidades especiais,
como o deputado federal Eduardo Barbosa, presidente da Federação das Apae's do Brasil.
—
Nós também defendemos que a escola comum deve estar aberta às pessoas com
deficiência, só que nós trabalhamos com pessoas diferentes. O ambiente
educacional tem que ser apropriado, diferenciado, as turmas têm que ser
extremamente reduzidas, com metodologias diferenciadas.
Grande marcha
De
acordo com o deputado federal Eduardo Barbosa, uma grande marcha nacional está
marcada para o próximo dia 14, em Brasília, rumo ao Senado. O objetivo é
pressionar para que os senadores não alterem o texto do projeto aprovado na
Câmara, favorável às escolas especiais.
Fonte: R7
Postado pela aluna: Cíntia Lindner
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
IV CAMINHADA SOLIDÁRIA DA APAE/POA-RS
"Respeitar as Diferenças,ser solidário, pode começar simplesmente com um gesto;
Com o coração aberto, estendendo a nossa mão."
Não esqueçam, dia 1º de Setembro será a VI Caminhada Solidária da
APAE/POA. Uma ação que move, motiva e estimula cada vez mais a nossa
vontade de acreditar que tudo é possível.
Sigam esta ideia, adquiram nossa camiseta e APAEXONEM-SE pela nossa APAE.
Dia: 01/09
Hora: 9h (concentração na frente do Araújo Viana)
Local: Redenção
(Professora Márcia Pieretti da Turma da Comunicação - Nossos alunos
agradecem: Juliano Bernardi, Cintia Lindner, Vinícius da Silveira, Patricia Mokwa, Guilherme Pinto Sagrillo, Diego Vieira, Ricardo Cruz e Karen Castilhos
Esperamos por você, vem com a gente !!!!!!
Esta PESSOA Também veste a Camiseta da APAE/POA!!!
Professora Márcia Pieretti - da Tuma da Comunicação
terça-feira, 13 de agosto de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
VI CAMINHADA SOLIDÁRIA DA APAE-POA
Data: 1° de Setembro
Hora: 9h
Local: Redenção (concentração na frente do Araujo Viana)
As camisetas já estão por aqui!
Adquira a sua: 51 3225.8217 / caminhadaapae.com.br
Adquira a sua: 51 3225.8217 / caminhadaapae.com.br
Postagem: Professora Márcia Pieretti
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
ESCOLA ESPECIAL - Parte II
APAE DE CASCAVEL
Apaes: o risco do fim preocupa mães de crianças especiais
(Crédito: João Guilherme/Gazeta do Paraná)
Elas
eram três. Três mulheres jovens, bravas e acima de qualquer coisa, mães.
Sentadas, aguardavam seus filhos saírem da aula, uma delas, acompanhada de uma
bolsa térmica, vendia sanduíches. Um assunto tem tirado o sono destas mulheres
e de tantas outras, a votação do PNE (Plano Nacional de Educação), que deverá
acontecer no mês que vem. Solange Kanegoski, Roseli Souza e Sandra Weber
perderam o sono por temor, temor pelo futuro de seus filhos. O que faltou eu
contar é que estas mães estavam na recepção da Apae de Cascavel, e que quando
chegou ao Senado, este plano teve alteração na meta 4, que garantia o
funcionamento das Apaes. Se o plano for aprovado como está, as Apaes correm um
grande risco de serem fechadas.
Para
o trio de corajosas mães, quando o senador José Pimentel alterou este trecho,
determinando que como meta universalizar, para a população de quatro a 17 anos,
o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino,
ele o fez pelo simples fato de não conhecer a realidade. “Isso não funciona,
muitas crianças precisam da Apae. As escolas regulares não possuem a estrutura
necessária. Têm crianças que são cadeirantes, que não comem sozinhas, que
precisam usar fraldas. As escolas regulares não têm como receber estas
crianças”, destacou Solange, mãe de uma menina com Síndrome de Down. Ela
destacou que sua filha até conseguiria se inserir no ensino regular, mas que
essa não é a realidade de todas as crianças.
De
fato não é, nossa segunda personagem, a Roseli, é mãe da Vitória, uma menina
com a síndrome Cornélia de Lange, caracterizada pelo retardo do crescimento.
Vitória tem dois anos e meio, mas se assemelha a um bebê. “Como vou colocar
minha filha em uma escola regular? Ela se engasga, não come sozinha, precisa de
uma atenção especial. Quando ela começou a vir na Apae, há 2 anos, ela nem
sentava, hoje ela já consegue andar”, contou a mãe. “Eu fico desesperada só em
pensar na possibilidade de a Apae fechar”.
Já
a Sandra chorou. Ela, que abandonou tudo para cuidar do seu filho com Down,
considera o fechamento das Apaes como um triste puxão de tapete, diante de todo
o esforço que ela tem feito pelo desenvolvimento do filho. “Aqui existe uma
estrutura adequada, quem quer acabar com as Apaes não conhece a realidade.
Precisamos lutar por todas as crianças que precisam desse lugar, não só pelos
nossos filhos”, destacou a mãe emocionada. Além destas questões a mães temem que
os filhos sofram bullying, pelas crianças que não possuam necessidades
especiais e não possam compreender porque o colega é diferente dele.
Inclusão?
A
ideia de inclusão das crianças especiais no ensino regular não é novidade. Há
muito tempo se tem levantado esta bandeira, que de início foi vista por muitos
como algo positivo, já que visava garantir que as crianças e pais conseguissem
exercer o direito que tinham de optar entre o ensino especial ou regular. A lei
é boa, garante vários direitos a estas pessoas, o problema é que não sai do
papel. De acordo com os relatos das mães, ter acesso a estes direitos é muito
difícil, o que nos deixa bastante claro que de fato, nem o Estado, nem o
município têm condições de receber estas crianças. Um exemplo claro é o direito
que toda a criança especial que for inserida no ensino regular de ter um
professor PAP, um profissional que tem como função acompanhar de maneira
singular o aluno especial. Segundo Solange muitas mães estão precisando acionar
o Ministério Público para conseguir ter acesso a este direito.
A
mãe de um casal de crianças que não falam e nem andam, Amanda Vicente Basso,
contou que para que seus filhos pudessem estudar em uma escola regular,
particular, ela teve que tirar dinheiro do bolso para comprar a cadeira
adequada para que seus filhos pudessem assistir aula. Para ela, esta política
faz uma ação contrária ao que propõem e ao invés de incluir, exclui as
crianças. A ideia dela é semelhante à da professora, Elaine Nicolai: “Vai gerar
uma discriminação total. Muitas crianças não vão conseguir acompanhar as
demais”, disse.
Os
funcionários da Apae não temem perder o emprego, visto que são funcionárias do
estado que foram cedidas à Apae. O problema é que, como relatou a diretora
Wagna Sutana, quem trabalha naquele local precisa ter amor pelas crianças, e
evidentemente se preocupa com o destino delas. “A maior preocupação é saber
aonde vão parar? Até porque além das crianças, atendemos alguns adultos”,
relatou.
Três Estados
Atualmente
quem escolhe se o filho vai para uma escola ou para uma Apae, são os pais. O
que garante este direito é a própria meta 4 no Plano Nacional de Educação. A
questão é que desde o dia 28 de maio deste ano, quando a CAE (Comissão de
Assuntos Econômicos) aprovou o PNE (Plano Nacional de Educação). O tal plano
estabelece 20 metas e centenas de diretrizes para o setor para os próximos dez
anos. Entre estas diretrizes, uma das quais sofreu alteração foi a meta 4,
sendo que ela, que concedia o livre arbítrio, neste novo plano determinaria que
toda a criança especial fosse inserida em escolas regulares. Esta meta iria
inutilizar as Apaes, que então seria fechadas. Este plano deve ser votado em
Plenário no mês que vem.
“A
preocupação é grande, principalmente por ser um programa para os próximos dez
anos. Isso quer dizer que se ele chegar a ser aprovado, elas será a realidade
por um longo período”, destacou Amanda. Já a diretora destacou que além
da meta 4, este PNE visaria o fim do recurso do Fundeb (Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
Educação ) para as escolas especiais. “A gente depende desse recurso para
manter as escolas. Cortando essa verba a escola não terá como se manter”,
desabafou.
Segundo
a diretora o Paraná é um entre os únicos três estados que ainda possuem Apae,
nos outros locais estas foram transformadas em centros, os AEE (Atendimento
Educacional Especializado). Neste locais a criança frequenta o ensino regular,
mas conta com estes centros para outros atendimentos, como saúde, por exemplo.
“Em Santa Catarina
é assim. Tenho uma amiga que tem um filho especial e que hoje não frequenta
mais escola. Ela contou que pela falta de estrutura e pela discriminação dos
colegas, a criança não quer mais ir à aula. Ela me disse que cansou de
insistir. Ele é uma criança com um potencial enorme. Se este plano for aprovado
as crianças vão virar só mais um número dentro da sala de aula e não vão
conseguir se desenvolver”, destacou Amanda.
Mão na massa
A
sorte é que além de corajosas, estas mães e professoras colocam a mão na massa.
Diante do descontentamento com a possibilidade de as Apaes fecharem, hoje às 14
horas em frente à Catedral, será realizado um protesto. A iniciativa partiu da
Federação Nacional de Apaes, que comunicou a data nacional de protestos através
de ofícios enviados à Apaes de todo o País. A ideia foi recebida e prontamente
acatada. No dia 14 será a vez de um único protesto nacional, em Brasília, o
qual contará com a presença das Apaes de todo o Brasil.
Postado pela Aluna: Patrícia Mokwa Pianezzola. (Turma da Comunicação)
terça-feira, 6 de agosto de 2013
ESCOLA ESPECIAL
ALUNOS DA TURMA DA COMUNICAÇÃO - JULIANO, CÍNTIA, GUILHERME, RICARDO, KAREN, VINÍCIUS E PATRÍCIA.
Nossos alunos merecem sim, tratamento e carinho especiais. Eu não
gostaria de ver estes meus alunos rechaçados e discriminados dentro de
uma escola comum/regular. Independente se o aluno tem deficiência ou
"não" todos aprendem dentro de ritmos diferentes, todos temos nossas
limitações. Mas dentro da Escola Especial é que faremos toda a diferença
para nossos alunos, é lá que aprenderem dentro do seu tempo, é lá que
os professores estarão se dedicando a cada um deles, acreditando que é
possível. Nossos alunos com deficiência Intelectual querem aprender sim,
mas acima de tudo eles querem que o "respeitem", que o escutem e que
não fechem a escola que tanto eles amam. É nas escolas especiais que os
alunos se sentem acolhidos e felizes, é lá dentro que seus pais se
sentem mais seguros em deixá-los enquanto vão para os seus
trabalhos,pois sabem que nós profissionais da educação especial
estaremos lá, ensinando de maneira diferenciada e com a certeza que
todos estão aprendendo e se desenvolvendo para poder serem aceitos pela
sociedade que é tão discriminatória. Vocês acham que os nossos alunos
merecem passar por isto? Já houve tempo em que os pais queriam esconder
seus filhos do mundo, mas hoje não, hoje querem mostrar a todos que seus
filhos são deficientes mas que podem aprender, crescer, ser, amar,
pensar, trabalhar, e que seus pais hoje podem abraçá-los sem ter
vergonha de mostrá-los ao mundo, sem receio, sem medo de dizer a eles
que são amados e bem aceitos. Só que para isto, nossos alunos tem que
estar na escola que eles escolheram, na escola que eles se sentem bem,
na escola que eles aprendem, na escola que não irão discriminá-lo, na
escola que acredita que a Inclusão só pode dar certo quando todos
entenderem o que realmente é "INCLUSÃO". O lugar deste alunos são na
escola que eles escolheram, que é nas ESCOLAS ESPECIAIS.
Por isto eu sigo esta ideia: Não queremos que fechem as Escolas Especiais e muito menos nossas APAEs.....(Professora: Márcia Pieretti - Escola de educação Especial Nazareth - APAE/POA)
Por isto eu sigo esta ideia: Não queremos que fechem as Escolas Especiais e muito menos nossas APAEs.....(Professora: Márcia Pieretti - Escola de educação Especial Nazareth - APAE/POA)
NÃO FECHEM ESTA ESCOLA, SE FECHAR VÃO ESTAR FECHANDO TAMBÉM A NOSSA ALMA A NOSSA VIDA E A NOSSA ESPERANÇA..." (ALUNA: KAREN CASTILHOS DUTRA)
"QUEREMOS APENAS QUE RESPEITEM A NOSSA ESCOLHA, ESTA É A ESCOLA QUE QUEREMOS PARA NÓS".... (ALUNA: CÍNTIA LINDNER)
" AQUI NA NESTA ESCOLA A GENTE É MUITO FELIZ, A GENTE APRENDE TAMBÉM" (ALUNOS: PATRÍCIA MOKWA E RICARDO CRUZ)
TO MUITO TRISTE MESMO DE OUVIR QUE TÃO QUERENDO FECHAR AS ESCOLAS ESPECIAIS, E QUE TAMBÉM QUEREM FECHAR AS ESCOLAS DA APAE.... EU GOSTO DA MINHA ESCOLA, É A MINHA SEGUNDA CASA, EU APRENDI E APRENDO TODOS OS DIAS MUITAS COISAS NA MINHA ESCOLA. EU SEI QUE SE EU FOR PARA UMA ESCOLA REGULAR EU VOU REGREDIR, OS PROFESSORES DE LÁ ATÉ VÃO GOSTAR DE MIM, MAS NÃO VÃO TER PACIÊNCIA COMIGO,PORQUE EU APRENDO BEM DEVAGAR, EU TENHO UMA DEFICIÊNCIA EM DAS MÃOS E EM UMA PERNA, CAMINHO DEVAGAR, ESCREVO DEVAGAR, FALO DEVAGAR,DIGITO DEVAGAR, SÓ QUE AQUI NA MINHA ESCOLA NAZARETH NÃO TENHO DIFICULDADE NENHUMA, PORQUE AS PROFESSORAS JÁ ME CONHECEM E ESPERAM, PORQUE ELAS DIZEM QUE CADA UM TEM O SEU TEMPO PARA APRENDER, QUE TODOS TEMPOS ALGUMA LIMITAÇÃO. E EU SEI QUE SE EU FICAR NA ESCOLA REGULAR VOU REGREDIR, PORQUE AS PROFESSORAS NÃO ESPERAR EU TERMINAR DE ESCREVER E DE COPIAR DO QUADRO, VÃO APAGAR O QUADRO ANTES DE EU ACABAR E NA MINHA ESCOLA NAZARETH NÃO ACONTECE ISTO, A PROFESSORA NÃO APAGA O QUADRO E SEU NÃO TERMINAR VAI FICAR NO QUADRO PRA EU TERMINAR NO OUTRO DIA OU EU POSO COPIAR DO MEU COLEGA.
É UMA TRISTEZA SABER DISTO. NÃO QUERO QUE FECHEM AS ESCOLAS DA APAE. (ALUNA: KAREN CASTILHOS DUTRA)
"EU APRENDO MUITAS COISAS NA MINHA ESCOLA DA APAE, OS PROFESSORES ENSINAM A GENTE, RESPEITAM A GENTE, NÃO TEM PRECONCEITO, SOMOS FELIZES AQUI, A GENTE NÃO QUER QUE FECHEM NOSSA ESCOLA" (ALUNO: GUILHERME SAGRILLO)
"SOU O ALUNO JULIANO BERNARDI, ESTA ESCOLA É TUDO PRA MIM, EU SOU O PRESIDENTE DO GREMIO ESTUDANTIL E ALUNO DESTA ESCOLA DA APAE E ESTOU SEMPRE AJUDANDO E DEFENDENDO MEUS COLEGAS. A ESCOLA ESPECIAL DA APAE É MUITO IMPORTANTE PARA ELES E PARA MIM TAMBÉM. A GENTE GOSTA DE ESTAR PERTO DOS NOSSOS COLEGAS, DOS NOSSOS PROFESSORES, A GENTE APRENDE BASTANTE COISA. AS PESSOAS TEM PRECONCEITO LÁ FORA. A GENTE QUER FICAR AQUI" (ALUNO: JULIANO BERNARDI)
"OLHEM PRA GENTE, EU SOU O ALUNO VINÍCIUS, FAZIA MUITO TEMPO QUE EU TAVA PARADO EM CASA E COMECEI AGORA EM AGOSTO NA ESCOLA NAZARETH DA APAE, E EU ME SINTO MUITO BEM AQUI, FUI ABRAÇADO POR TODOS, TODOS OS MEUS NOVOS COLEGAS GOSTAM DE MIM, TENHO 39 ANOS E ESTOU COMEÇANDO NOVAMENTE A CONHECER PESSOAS QUE COMO EU APRENDEM ASSIM, AOS POUQUINHOS, A GENTE É DIFERENTE, MAS SOMOS PESSOAS QUE QUEREMOS UMA NOVA CHANCE DE SER FELIZ, DE APRENDER, DE CONVIVER COM TODOS TAMBÉM FORA DA NOSSA ESCOLA, AS NA ESCOLA DA APAE A GENTE É MAIS FELIZ, OS PROFESSORES SABE COMO ENSINAR A GENTE, EU TAVA DEPRESSIVO EM CASA, AGORA EU JÁ TÔ ME SENTINDO MUITO BEM E SE DEUS QUISER EU VOU MELHOR AINDA MAIS E VOU SER UM BOM ALUNO PRA MINHA PROFESSORA MÁRCIA", (ALUNO: VINÍCIUS DA SILVEIRA VIANNA).
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